sexta-feira, 6 de novembro de 2015

PENSAMENTO


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Somos todos, afinal, sementes de renovação e inovação?!... Sim, ainda que se pense o contrário, porque podemos sempre sê-lo de uma maneira ou de outra, que não apenas aquela, no âmbito da qual são chamados os instintos, a trilhar a senda da definição ousada, mas improvável de extintos predicados essenciais. É que não somos todos iguais, mesmo face a contextos existenciais decalcados ou diversos, e é na harmónica interacção das diferenças que reside a riqueza essencial do todo comunitário. Que papel desempenhamos então, durante a nossa passagem meteórica pela vida? Seguramente o da inovação e renovação, a todos os títulos, sem umbilicais derivas egocêntricas, desde que esse papel contribua para a inovadora aceitação que propicia o bem-estar do próximo, numa sempre esforçada e reiterada atitude sócio-comunitária de compreensão e apoio solidário inter-pares, onde o Homem se possa com dignidade e postura democráticas, desbravando o caminho da liberdade e da paz. 

                                                 in O Chão dos Sentidos, 2013: p. 81 

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